Motivação do tester

11 05 2009

Começo aqui uma série de posts vindos dos meus queridos estagiários.

Cada um é livre pra falar sobre o que quizer, claro, respeitando a área em que atuamos. Até porque se eu deixar livre, vai ter um Jogadi Apaixonado publicando musiquinhas cuti-cuti por aqui, não é mesmo DJ Caonzinho?😛

Brincadeiras a parte, aqui vai o primeiro texto, do estagiário sênior:  Márcio Santos.

“Uma das maiores alegrias de um tester é encontrar um bug. É um prazer humano apontar o erro de outra pessoa. Mas como se manter motivado quando não se acha mais os erros?

O tester pode ficar horas procurando e não achar nada, muito comum em final de projeto quando já foram encontrados uma boa parte dos bugs. Às vezes a empolgação de quando o tester encontra um bug nessa reta final pode fazer com que o tester não analise o erro. Exemplo: Pode ser falta de limpar cookie ou cache, falta de update do sistema, e por ai vai. A atenção começa a faltar no pequeno tester que já não se sente mais motivado para achar erros alheios. Sensação de que o trabalho não está sendo bem feito, começa a não sentir confiante em validar. Mas aí, o que fazer?

Alguns analistas podem motivar com prêmios. Conheço uma analista que dá estrelinhas para quem encontrar um mega bug. É um meio de criar competição sadia consigo mesmo, ir atrás das tão sonhadas estrelinhas. Reuniões que mostram os bons resultados do projeto podem também criar motivação. É importante estar sempre disposto e realizado com o trabalho, se sentir importante no que faz e gostar. Afinal é uma área nova e que tem muita coisa para ser descoberta. Então é sempre importante fazer pesquisas sobre a área, inventar coisas novas, descobrir meios de tornar a atividade gostosa e ao mesmo tempo séria. Então, temos um mundo de inovações para testar e isso é um motivo maravilhoso para se sentir motivado.”

O que o Márcio relatou é algo muito comum mesmo em fases mais estáveis dos projetos. Acabamos por encontrar “pelo em casca de ovo” (como já dizia o mestre Abu, erros ou acertos bem sutis, que não fazem muita diferença no desempenho final do objeto desenvolvido. Mas o que importa mesmo Márcio, é a sensação do dever cumprido, de que fizemos o melhor para garantir que o nosso cliente receba um software “livre” de bugs. É garantir a qualidade daquilo que nossa equipe está desenvolvendo. Não fique tão preocupado, pois novos projetos sempre existirão, e dai faltará tempo pra cadastrar todos os errinhos que encontrarmos!!!


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One response

19 05 2009
Felipe Marcolino

Parabens Marcio, ótima iniciativa.
Abraços!

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